{"id":6317,"date":"2016-03-15T16:50:08","date_gmt":"2016-03-15T16:50:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cremeb.org.br\/?p=6317"},"modified":"2016-03-15T19:58:59","modified_gmt":"2016-03-15T19:58:59","slug":"cfm-orienta-que-medicos-pecam-exames-de-hepatites-b-e-c-sifilis-e-hiv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/noticias\/cfm-orienta-que-medicos-pecam-exames-de-hepatites-b-e-c-sifilis-e-hiv\/","title":{"rendered":"CFM orienta que m\u00e9dicos pe\u00e7am exames de hepatites B e C, s\u00edfilis e HIV"},"content":{"rendered":"<div>O m\u00e9dico deve orientar seus pacientes a realizarem os exames de hepatites B e C, s\u00edfilis e HIV. Este \u00e9 foco da\u00a0<a href=\"http:\/\/portal.cfm.org.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=24623\" target=\"_blank\"><strong>Recomenda\u00e7\u00e3o n\u00ba 2\/2016<\/strong><\/a>, aprovada pelo plen\u00e1rio do Conselho Federal de Medicina CFM) com o objetivo de ajudar no diagn\u00f3stico em tempo oportuno dessas doen\u00e7as infectocontagiosas. A Recomenda\u00e7\u00e3o foi publicada no site do CFM, nesta quarta-feira (15\/3), e enviada aos m\u00e9dicos brasileiros, passando a valer a partir desta data.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><a id=\"__mce_tmp\" href=\"http:\/\/portal.cfm.org.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=26034:2016-03-14-20-04-40&amp;catid=3#\" target=\"_blank\">VEJA A \u00cdNTEGRA DO DOCUMENTO<\/a><\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cNo Brasil, cerca de 25% dos casos de HIV s\u00e3o diagnosticados quando o paciente j\u00e1 apresenta contagem de linf\u00f3citos CD-4 abaixo de 200 c\u00e9lulas por mm3, o que significa estado avan\u00e7ado de imunossupress\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio facilitar a realiza\u00e7\u00e3o desses exames para aumentar a detec\u00e7\u00e3o em tempo oportuno dessas infec\u00e7\u00f5es, o que possibilitar\u00e1 a indica\u00e7\u00e3o do tratamento adequado. Isto ter\u00e1 impacto na qualidade de vida daqueles que forem diagnosticados, impactar\u00e1 na diminui\u00e7\u00e3o do risco de transmiss\u00e3o e ajudar\u00e1 na preven\u00e7\u00e3o\u201d, argumenta o infectologista Dirceu Greco.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O presidente do CFM, Carlos Vital, espera que a partir de agora os m\u00e9dicos fa\u00e7am a doutrina da preven\u00e7\u00e3o no que diz respeito a assuntos ligados \u00e0 sexualidade. \u201cQueremos que tanto m\u00e9dicos, quanto pacientes, percam a inibi\u00e7\u00e3o de falar sobre o assunto. Ainda temos um universo grande de pessoas que sofrem com essas doen\u00e7as e n\u00e3o est\u00e3o diagnosticadas. Esperamos que, num m\u00e9dio prazo, aumente o n\u00famero de diagn\u00f3sticos e tratamentos\u201d, afirmou. Os servi\u00e7os de sa\u00fade dos Estados Unidos e da Comunidade Europeia, tamb\u00e9m orientam seus m\u00e9dicos a oferecerem testagem para o HIV.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A Recomenda\u00e7\u00e3o n\u00ba 2\/2016, proposta pela C\u00e2mara T\u00e9cnica de Bio\u00e9tica do CFM, \u00e9 dirigida a todos os m\u00e9dicos. \u201cEsta recomenda\u00e7\u00e3o visa facilitar a abordagem do m\u00e9dico para o tema importante das infec\u00e7\u00f5es sexualmente transmiss\u00edveis, introduzindo-o durante a consulta. Caso os testes, ou a vacina\u00e7\u00e3o n\u00e3o tenham sido realizados, o m\u00e9dico orientar\u00e1 o paciente, conforme o caso, sobre a necessidade, oportunidade ou conveni\u00eancia de sua execu\u00e7\u00e3o\u201d, explicou Greco.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em nenhuma circunst\u00e2ncia a realiza\u00e7\u00e3o do exame ser\u00e1 compuls\u00f3ria, ou seja, obrigat\u00f3ria. Quando alguma dessas infec\u00e7\u00f5es for detectada, dever\u00e1 ser feita notifica\u00e7\u00e3o \u00e0 Secretaria Estadual de Sa\u00fade, respeitando-se e garantindo-se, sempre, a privacidade, o sigilo e a confidencialidade.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cEsta \u00e9 uma recomenda\u00e7\u00e3o important\u00edssima, que vai ao encontro da miss\u00e3o do CFM: cuidar da sa\u00fade das pessoas\u201d, ressalta o conselheiro federal pelo Cear\u00e1, L\u00facio Fl\u00e1vio Gonzaga Silva. \u201cO acatamento dessa norma pelos m\u00e9dicos ter\u00e1 um significativo impacto individual, evitando-se a progress\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o, e coletivo, diminuindo-se o risco da dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a\u201d, argumenta o relator da Recomenda\u00e7\u00e3o 2\/2016, Jos\u00e9 Hiran Gallo, que tamb\u00e9m \u00e9 coordenador da Comiss\u00e3o de Ginecologia e Obstetr\u00edcia do CFM.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u00a0A Recomenda\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi elogiada pelo conselheiro federal por S\u00e3o Paulo, Jorge Curi, que chamou aten\u00e7\u00e3o para o impacto financeiro da solicita\u00e7\u00e3o de mais exames dentro da rede p\u00fablica. Salientou-se durante o debate que se trata de um gasto positivo. \u201cEste \u00e9 um investimento que vale a pena, j\u00e1 que, ao fazer o diagn\u00f3stico e oferecer o tratamento, ser\u00e3o beneficiadas milhares de pessoas. Inclusive, para aqueles com o teste negativo, este ser\u00e1 um momento \u00f3timo para discutir preven\u00e7\u00e3o\u201d, disse Greco.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Dados epidemiol\u00f3gicos s\u00e3o muito preocupantes<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div>O crescimento da epidemia de HIV entre os jovens brasileiros \u00e9 um dos fatores que mais preocupa a autoridades sanit\u00e1rias do Pa\u00eds. Entre pessoas com 15 a 24 anos, houve aumento de 36,5% nos \u00faltimos 10 anos. S\u00f3 em 2014, o Minist\u00e9rio registrou 4.669 notifica\u00e7\u00f5es nessa faixa et\u00e1ria, o que justifica a necessidade de mais aten\u00e7\u00e3o. Essa situa\u00e7\u00e3o mostra-se mais cr\u00edtica quando se comparam os indiv\u00edduos nascidos nas d\u00e9cadas de 1960, 1970 e 1980 com a gera\u00e7\u00e3o atual, nascida a partir de 1990: h\u00e1 cerca de tr\u00eas vezes mais jovens vivendo com HIV\/aids na gera\u00e7\u00e3o atual quando comparada \u00e0s anteriores.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u00a0Esta situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica ocorre dentro de um contexto onde o n\u00famero de novos casos de aids no Brasil diminuiu em 2014 em rela\u00e7\u00e3o a 2013, depois de ter aumentado em anos anteriores, Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS), em 2014 houve 39.951 notifica\u00e7\u00f5es, contra 41.814 em 2013.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u00a0Nos \u00faltimos cinco anos, o Brasil tem registrado, anualmente, uma m\u00e9dia de 40,6 mil casos de aids. A regi\u00e3o Norte apresenta uma m\u00e9dia de 3,8 mil casos ao ano; o Nordeste, 8,2 mil; o Sudeste, 17,0 mil; o Sul, 8,6 mil; e o Centro-Oeste, 2,7 mil. Os estados do Amazonas e do Rio Grande do Sul apresentam as maiores taxas de detec\u00e7\u00e3o, 39,2 e 38,3 casos por 100 mil habitantes, respectivamente.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Faixa et\u00e1ria &#8211;<\/strong> A maior concentra\u00e7\u00e3o dos casos de aids no Brasil est\u00e1 entre as pessoas com idade entre 25 e 39 anos para ambos os sexos. Entre os homens, observa-se aumento da taxa de detec\u00e7\u00e3o principalmente entre aqueles com 15 a 19 anos, 20 a 24 anos e 60 anos ou mais nos \u00faltimos 10 anos. Destaca-se o aumento em jovens de 15 a 24 anos, sendo que de 2005 para 2014 a taxa entre aqueles com 15 a 19 anos mais que triplicou (de 2,1 para 6,7 casos por 100 mil habitantes) e entre os de 20 a 24, quase dobrou (de 16,0 para 30,3 casos por 100 mil habitantes).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>Entre aqueles com 35 a 39 anos e 40 a 44 anos, observa-se tend\u00eancia de queda, representando 10,2% e 24,3% de queda de 2005 para 2014, respectivamente. No decorrer dos \u00faltimos 10 anos observa-se nas demais faixas et\u00e1rias, exceto na de crian\u00e7as com at\u00e9 nove anos (que tamb\u00e9m vem apresentando queda), estabiliza\u00e7\u00e3o nas taxas, sendo que em 2014 a maior taxa observada foi entre aqueles com 35 a 39 anos (57,8 casos para cada 100 mil habitantes).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Nas pessoas com mais de 13 anos, a principal via de transmiss\u00e3o da aids \u00e9 a sexual. Em 2014, esse tipo de transmiss\u00e3o foi respons\u00e1vel por 95,4% dos casos em homens e de 97,1% em mulheres. Entre os homens, 43,5% dos casos se deram por rela\u00e7\u00f5es heterossexuais e 24,5% por rela\u00e7\u00f5es homossexuais. Rela\u00e7\u00f5es bissexuais foram relatadas em 7,7% dos casos. Vale acentuar que o Brasil disponibiliza no SUS os testes para o diagn\u00f3stico e toda a medica\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para o tratamento da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV\/aids.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>90-90-90 \u2013<\/strong> Em 2014, a ONU, por meio do UNAIDS (Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre HIV\/AIDS), definiu como objetivo que at\u00e9 2020 devem ser diagn\u00f3sticas 90% das pessoas com aids. Deste percentual, 90% receber\u00e3o tratamento com antirretrovirais, sendo que 90% desse grupo passar\u00e3o por tratamento e ter\u00e3o supress\u00e3o viral.<\/div>\n<div>O objetivo \u00e9 que mais pessoas sejam diagnosticadas antes da contagem de linf\u00f3citos CD4 ficar abaixo de 200 c\u00e9lulas por mm3. Elas s\u00e3o c\u00e9lulas de defesa do organismo e o principal alvo do HIV. Considera\u2013se normal no adulto a contagem acima de 500 c\u00e9lulas por mm3.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No Brasil, segundo o Boletim Epidemiol\u00f3gico divulgado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, em 2015, 40% dos soropositivos foram diagnosticas com CD4 maior do que 500; 18% com CD4 entre 350 a 499; 17%, entre 200 a 349 e 25% com menos de 200 CD4 por mm3.<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>Os homens s\u00e3o os que mais tardiamente t\u00eam a infec\u00e7\u00e3o diagnosticada. Em 2015,este tipo de situa\u00e7\u00e3o ocorria com mais frequ\u00eancia nos estados do Norte e Nordeste. Nestas regi\u00f5es, o pior resultado foi no Maranh\u00e3o e os melhores, no Mato Grosso, Amap\u00e1 e Roraima.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No Brasil, em 2014, a estimativa era de que 781 mil pessoais viviam com o HIV. Dessas, 83% (649 mil) haviam sido diagnosticadas, das quais 80% come\u00e7aram o tratamento e 66% continuaram. Ou seja, existem perto de 150 mil pessoas no Brasil que vivem com HIV\/aids e n\u00e3o sabem. Pesquisa realizada em 2013 pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade constatou que 33,5% da popula\u00e7\u00e3o entre 15 a 64 anos havia realizado o teste do HIV\/aids. A maioria era de mulheres.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>Quanto mais r\u00e1pido o v\u00edrus \u00e9 detectado, maiores as chances de melhor resposta ao tratamento. Como o objetivo final do tratamento \u00e9 a supress\u00e3o da carga viral, o que evita as doen\u00e7as oportunistas e a transmiss\u00e3o do HIV, a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 fazer a detec\u00e7\u00e3o do cont\u00e1gio quanto os n\u00edveis de CD4 ainda forem altos, permitindo o in\u00edcio r\u00e1pido do tratamento. Em 2015, cerca de 41% das pessoas que come\u00e7aram o tratamento tinham CD4 acima de 500. Vale acentuar que o Brasil disponibiliza no SUS os testes para o diagn\u00f3stico e toda a medica\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para o tratamento da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV\/Aids.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>S\u00edfilis &#8211;<\/strong> Gestantes e crian\u00e7as s\u00e3o as \u00fanicas popula\u00e7\u00f5es nas quais a s\u00edfilis deve ser compulsoriamente notificada no Brasil. N\u00e3o h\u00e1, portanto, n\u00fameros confi\u00e1veis sobre o n\u00famero de casos da doen\u00e7a adquirida no Pa\u00eds. Mas, de acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, existem no mundo 12 milh\u00f5es de pessoas com esse v\u00edrus adquirido. Por ano, h\u00e1 714 mil novos casos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Outro problema \u00e9 o aumento da s\u00edfilis cong\u00eanita (transmitida da m\u00e3e para o filho na gesta\u00e7\u00e3o), conforme dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. De 1998 a junho de 2014, foram notificados 104.853 casos deste tipo em crian\u00e7as menores de um ano da idade. Quase metade ocorreu na regi\u00e3o Sudeste (45,8%), seguida pelo Nordeste (31,4%), Sul (8,5%), Norte (8,4%) e Centro-Oeste (5,9%). Em 2013, o aumento variou entre 14,8% (Nordeste) e 44,7% (Sul).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Se em 2004 a raz\u00e3o era de 1,7 casos para cada 1000 nascidos vivos, em 2013 o n\u00famero subiu para 4,7 por 1000 nascidos vivos. Entre as gr\u00e1vidas, a detec\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o saltou de 1.863, em 2005, para 28.226, em 2013, alta de mais de 1.000%. J\u00e1 o n\u00famero de beb\u00eas nascidos com s\u00edfilis passou de 5.754, em 2008, para 16.266, em 2014. Os exames para o diagn\u00f3stico da infec\u00e7\u00e3o por s\u00edfilis est\u00e3o dispon\u00edveis no pr\u00e9-natal e nos postos de sa\u00fade. Do mesmo modo, tratamento eficaz com penicilina tamb\u00e9m \u00e9 garantido pelo SUS.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Hepatites &#8211;<\/strong> Os \u00faltimos dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade sobre hepatites no Brasil s\u00e3o de 2011. De 1999 at\u00e9 ent\u00e3o, haviam sido notificados 343.853 casos da doen\u00e7a (dos tipos A,B,C, D e E), com m\u00e9dia de 40 mil novos casos\/ano. Hepatites A e B concentram o maior n\u00famero de casos. As duas principais vias de transmiss\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o s\u00e3o uso de drogas venosas e contato com sangue.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<div>De acordo com o estudo Inqu\u00e9rito Nacional de Preval\u00eancia de Hepatites Virais, realizado pela Universidade de Pernambuco e o Instituto Adolfo Lutz, estima-se a exist\u00eancia, no Brasil, de 3,5 milh\u00f5es de pessoas com as formas cr\u00f4nicas de hepatites, sendo cerca de 800 mil com hepatites B e 2,7 milh\u00f5es com hepatites C. A estimativa \u00e9 de um crescimento de 10 mil casos de hepatites C notificados por ano.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com o Instituto Nacional do C\u00e2ncer (INCA), a hepatite C \u00e9 respons\u00e1vel por 31% a 50% dos transplantes de f\u00edgado em adultos. A hepatite B apresenta cerca de 17 mil casos confirmados por ano. A estimativa \u00e9 que cerca de 14 milh\u00f5es de brasileiros (aproximadamente 7,4% da popula\u00e7\u00e3o) j\u00e1 tenha sido exposta ao v\u00edrus da Hepatite B.<\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>Entre 90 e 95% dos adultos infectados ir\u00e3o eliminar o v\u00edrus de forma espont\u00e2nea e os restantes 5 a 10% dos infectados se tornar\u00e3o doentes cr\u00f4nicos, informa o Minist\u00e9rio. Nos casos mais graves, pode levar \u00e0 cirrose hep\u00e1tica e ao c\u00e2ncer de f\u00edgado. Apesar da possibilidade de cura espont\u00e2nea, o v\u00edrus da hepatite bem tem maior transmissibilidade que o HIV.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fonte: CFM | Portal M\u00e9dico<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O m\u00e9dico deve orientar seus pacientes a realizarem os exames de hepatites B e C, s\u00edfilis e HIV. 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