{"id":33882,"date":"2021-08-31T17:48:55","date_gmt":"2021-08-31T17:48:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/?p=33882"},"modified":"2021-11-09T19:11:14","modified_gmt":"2021-11-09T19:11:14","slug":"medico-baiano-rene-pereira-entra-para-historia-ao-ser-medalhista-paralimpico-em-toquio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/noticias\/medico-baiano-rene-pereira-entra-para-historia-ao-ser-medalhista-paralimpico-em-toquio\/","title":{"rendered":"M\u00e9dico baiano, Ren\u00ea Pereira entra para hist\u00f3ria ao ser medalhista paral\u00edmpico em T\u00f3quio"},"content":{"rendered":"<p>O primeiro brasileiro medalhista individual masculino do remo na hist\u00f3ria dos Jogos Ol\u00edmpicos e Paral\u00edmpicos \u00e9 o m\u00e9dico baiano Ren\u00ea Campos Pereira, de 41 anos. O atleta conquistou o terceiro melhor tempo na final do skiff simples PR1M1 e garantiu mais uma medalha de bronze para o comit\u00ea brasileiro. Nascido em Itapetinga, no Sudoeste do estado, Ren\u00ea \u00e9 o primeiro baiano a subir no p\u00f3dio da Paralimp\u00edadas 2020 &#8211; realizada em 2021 por conta da pandemia de Covid-19.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.cremeb.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/lsp_1fa657278d3a5d35c1d514b45b372d0c_310821-054829.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-33883\" src=\"https:\/\/www.cremeb.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/lsp_1fa657278d3a5d35c1d514b45b372d0c_310821-054829-403x251.jpg\" alt=\"\" width=\"403\" height=\"251\" srcset=\"https:\/\/www.cremeb.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/lsp_1fa657278d3a5d35c1d514b45b372d0c_310821-054829-403x251.jpg 403w, https:\/\/www.cremeb.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/lsp_1fa657278d3a5d35c1d514b45b372d0c_310821-054829-768x478.jpg 768w, https:\/\/www.cremeb.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/lsp_1fa657278d3a5d35c1d514b45b372d0c_310821-054829.jpg 940w\" sizes=\"(max-width: 403px) 100vw, 403px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A sua primeira participa\u00e7\u00e3o na maior competi\u00e7\u00e3o esportiva mundial foi no Rio de Janeiro, em 2016, \u00faltima edi\u00e7\u00e3o dos jogos. Apesar do sexto lugar e sem conquista de medalha no Brasil, o m\u00e9dico atleta manteve o foco e se sente recompensado com a atual conquista. \u201cEstou muito feliz com a prova de hoje. \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o indescrit\u00edvel. Me sinto merecedor por todos os esfor\u00e7os que empenhei em prol dessa medalha. Foi dif\u00edcil, passei per\u00edodos dif\u00edceis, mas sabia que com luta e dedica\u00e7\u00e3o era poss\u00edvel\u201d, disse em v\u00eddeo gravado para o Comit\u00ea Paral\u00edmpico Brasileiro (CPB).<\/p>\n<p>Ren\u00ea Pereira perdeu o movimento das pernas quando ainda cursava Medicina na Escola Bahiana de Medicina e Sa\u00fade P\u00fablica, institui\u00e7\u00e3o onde se formou m\u00e9dico em 2004, ap\u00f3s diagnosticado com um abscesso no canal medular que comprometeu as c\u00e9lulas neurol\u00f3gicas. \u201cO fato de ser m\u00e9dico me ajudou e me atrapalhou muito tamb\u00e9m. Por mais que eu tivesse feito faculdade, eu sequer imaginava o que era estar na pele do paciente&#8221; disse ao Jornal Correio em mat\u00e9ria publicada em 2016.<\/p>\n<p>Dentre as principais dificuldades enfrentadas pelo atleta, houve a infec\u00e7\u00e3o por Covid-19 em outubro, em meio a prepara\u00e7\u00e3o para os jogos paral\u00edmpicos. Outro entrave foi a suspens\u00e3o dos treinos no Parque de Pitua\u00e7u, em Salvador, por conta da pandemia, o que lhe fez afastar-se da esposa e dos dois filhos para que pudesse manter a rotina de treinos em uma lagoa do Litoral Norte baiano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Foto:\u00a0Miriam Jeske \/ CPB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro brasileiro medalhista individual masculino do remo na hist\u00f3ria dos Jogos Ol\u00edmpicos e Paral\u00edmpicos \u00e9 o m\u00e9dico baiano Ren\u00ea [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":33883,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_expiration-date-status":"saved","_expiration-date":0,"_expiration-date-type":"","_expiration-date-categories":[],"_expiration-date-options":[]},"categories":[1,28,52],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33882"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33882"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33882\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34280,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33882\/revisions\/34280"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33883"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33882"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33882"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33882"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}