{"id":29876,"date":"2020-07-21T11:00:51","date_gmt":"2020-07-21T11:00:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cremeb.org.br\/?p=29876"},"modified":"2020-07-21T18:48:39","modified_gmt":"2020-07-21T18:48:39","slug":"pesquisa-cfm-datafolha-medicos-sao-os-profissionais-em-quem-os-brasileiros-mais-confiam-e-depositam-credibilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/noticias\/pesquisa-cfm-datafolha-medicos-sao-os-profissionais-em-quem-os-brasileiros-mais-confiam-e-depositam-credibilidade\/","title":{"rendered":"PESQUISA CFM\/DATAFOLHA: M\u00e9dicos s\u00e3o os profissionais quais os brasileiros mais confiam e depositam credibilidade"},"content":{"rendered":"<p>Qual o profissional em quem voc\u00ea mais confia e acredita? Com essa pergunta em m\u00e3os, o Instituto Datafolha foi \u00e0s ruas para saber o grau de confiabilidade da popula\u00e7\u00e3o brasileira em diferentes categorias de trabalhadores. O resultado confirmou os m\u00e9dicos, com 35% de aprova\u00e7\u00e3o, como aqueles que s\u00e3o deposit\u00e1rios de maior grau de confian\u00e7a e credibilidade por parte da popula\u00e7\u00e3o. Na segunda posi\u00e7\u00e3o, aparecem os professores, com 21%, e os bombeiros, com 11%.<\/p>\n<p>O mesmo levantamento indica que a situa\u00e7\u00e3o provocada pela Covid-19, em que informa\u00e7\u00f5es desencontradas t\u00eam deixado a popula\u00e7\u00e3o insegura, contribuiu para o aumento do percentual de confiabilidade dos m\u00e9dicos. Na pesquisa anterior, realizada em 2018, tamb\u00e9m pelo Datafolha a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM), os m\u00e9dicos tinham um \u00edndice 24%, que agora cresceu nove pontos percentuais.<\/p>\n<p>Atr\u00e1s de m\u00e9dicos, professores e bombeiros, aparecem policiais (5%), militares e ju\u00edzes (cada categoria com 4%) e advogados, jornalistas e engenheiros (3%, cada). Na sequ\u00eancia, surgem os procuradores de Justi\u00e7a (com 1%) e os pol\u00edticos (com 0,5%). A pesquisa ouviu 1.511 pessoas, com 16 anos ou mais, em entrevistas estruturadas por telefone, de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds. A amostra contemplou a distribui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o segundo sexo, classes sociais e n\u00edveis de escolaridade.<\/p>\n<p><strong>Boa imagem<\/strong>\u00a0&#8211; O alto n\u00edvel de confian\u00e7a e credibilidade depositado nos m\u00e9dicos de deve, principalmente, \u00e0 percep\u00e7\u00e3o das mulheres (42%), da popula\u00e7\u00e3o com ensino fundamental (42%) e com idade a partir de 45 anos (37%). A boa imagem da categoria tamb\u00e9m \u00e9 maior entre os que ganham at\u00e9 dois sal\u00e1rios m\u00ednimos (41%) ou mais de 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos (33%). Do ponto de vista da distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, os percentuais s\u00e3o muito pr\u00f3ximos, com ligeiro destaque para os estados do Nordeste (37%) e Sul (38%).<\/p>\n<p>Os dados coletados pelo Datafolha ainda permitiram captar qual a percep\u00e7\u00e3o dos brasileiros com respeito \u00e0 atua\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos brasileiros no enfrentamento da pandemia de Covid-19. Na opini\u00e3o de 77%, o trabalho desses profissionais \u00e9 considerado \u00f3timo ou bom. Outros 17% consideram essa performance como regular e apenas 6% como ruim ou p\u00e9ssimo.<\/p>\n<p>As mulheres (78%), a popula\u00e7\u00e3o com idades de 45 a 59 anos (82%), os com n\u00edvel superior (81%) e com rendimento maior do que dez sal\u00e1rios m\u00ednimos (78%) s\u00e3o os segmentos que se destacam no que se refere \u00e0 imagem positiva dos m\u00e9dicos. Geograficamente, o bom conceito n\u00e3o apresenta grandes varia\u00e7\u00f5es por regi\u00e3o, ficando, em m\u00e9dia, em 76%.<\/p>\n<p><strong>Pandemia<\/strong>\u00a0&#8211; Essa avalia\u00e7\u00e3o do trabalho dos m\u00e9dicos durante a pandemia vem amparada em percep\u00e7\u00f5es espec\u00edficas. Por exemplo, 79% dos brasileiros avaliam como \u00f3timo ou bom o empenho dos profissionais para atender os pacientes e 73% classificam da mesma forma a qualidade da assist\u00eancia oferecida. Para 64%, o n\u00edvel de confian\u00e7a depositada no trabalho realizado durante a pandemia \u00e9 alto.<\/p>\n<p>Por outro lado, 49% dos brasileiros acreditam que o trabalho do m\u00e9dico n\u00e3o tem recebido a valoriza\u00e7\u00e3o merecida, considerando-a como regular, ruim ou p\u00e9ssimo. J\u00e1 65% avaliam com esses mesmos conceitos as condi\u00e7\u00f5es de trabalho oferecidas aos m\u00e9dicos, ou seja, entendem que o trabalho desses profissionais tem sido prejudicado por falta de infraestrutura.<\/p>\n<p>De forma geral, independentemente do per\u00edodo da pandemia, os brasileiros mant\u00eam o entendimento de que os m\u00e9dicos s\u00e3o v\u00edtimas de problemas de gest\u00e3o. Para 99% dos entrevistados, esses profissionais carecem de condi\u00e7\u00f5es adequadas para o pleno exerc\u00edcio de suas atividades. J\u00e1 na percep\u00e7\u00e3o de 95%, eles merecem ser alvos de medidas de valoriza\u00e7\u00e3o, como maior remunera\u00e7\u00e3o e plano de carreira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Qual o profissional em quem voc\u00ea mais confia e acredita? 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