{"id":25795,"date":"2019-10-13T13:46:05","date_gmt":"2019-10-13T13:46:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cremeb.org.br\/?p=25795"},"modified":"2019-10-13T13:46:05","modified_gmt":"2019-10-13T13:46:05","slug":"a-bem-aventurada-dulce-dos-pobres-e-o-seu-legado-para-a-saude-baiana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/noticias\/a-bem-aventurada-dulce-dos-pobres-e-o-seu-legado-para-a-saude-baiana\/","title":{"rendered":"A Bem Aventurada Dulce dos Pobres e o seu legado para a Sa\u00fade baiana"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><!--more-->Uma vida de 77 anos dedicados aos doentes e necessitados,\u00a0 propagando o amor ao pr\u00f3ximo j\u00e1 seria suficiente para tornar\u00a0 Irm\u00e3 Dulce\u00a0 imortal em nossa mem\u00f3ria. Canonizada hoje(13), na Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro, no Vaticano, a freira baiana agora Santa Dulce dos Pobres,\u00a0 \u00a0marcou a hist\u00f3ria da sa\u00fade na Bahia pela cria\u00e7\u00e3o das Obras Sociais Irm\u00e3 Dulce (OSID) e do Hospital Santo Ant\u00f4nio.<\/p>\n<p>Em 1949,\u00a0 ainda sem instala\u00e7\u00f5es para abrigar 70 doentes aos seus cuidados, Irm\u00e3 Dulce pediu autoriza\u00e7\u00e3o a superiora do Convento Santo Ant\u00f4nio para acomodar os enfermos em um simples galinheiro. \u00c9 desta hist\u00f3ria humilde, mas repleta de cuidado, que nasce a OSID, datada de 10 anos ap\u00f3s (1959) essa primeira brava iniciativa, e que hoje \u00e9 um dos maiores complexos de sa\u00fade 100% SUS do pa\u00eds, com cerca de 3,5 milh\u00f5es de atendimentos ambulatoriais por ano e cerca de 10 mil pacientes em acompanhamento.<\/p>\n<p>Somente na capital baiana, a OSID atende cerca de 2 mil pessoas por dia e realiza por ano 12 mil cirurgias, al\u00e9m de 18 mil internamentos.<\/p>\n<p>O Hospital Santo Ant\u00f4nio, unidade que nasce em 1983 sob a iniciativa e gest\u00e3o da OSID, possui cerca de 300 m\u00e9dicos no seu corpo de funcion\u00e1rios, conta com 954 leitos hospitalares para o atendimento de patologias cl\u00ednicas e cir\u00fargicas, realiza aproximadamente 2,2 milh\u00f5es de procedimentos por ano e abriga a Unidade de Assist\u00eancia em Oncologia, setor respons\u00e1vel por 12 mil atendimentos anuais, logo, fundamental para a rede p\u00fablica no tratamento do c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>Para a Dra. Juliana Rocha, conselheira do Cremeb e m\u00e9dica do Hospital, a sa\u00fade p\u00fablica da Bahia teria maiores enfrentamentos, caso n\u00e3o tiv\u00e9ssemos o legado deixado pela primeira santa nascida no Brasil. &#8220;O amor e o cuidado que a sua Obra destina aos mais necessitados s\u00e3o verdadeiros milagres. Todo esse trabalho, grandioso e de significativa abrang\u00eancia, al\u00e9m de filantr\u00f3pico, \u00e9 de enorme valia para a popula\u00e7\u00e3o&#8221;, comenta a conselheira.<\/p>\n<p>A continuidade das boas a\u00e7\u00f5es de Irm\u00e3 Dulce tamb\u00e9m se propagam na educa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, pois a OSID \u00e9 uma refer\u00eancia na \u00e1rea de Ensino em Sa\u00fade, com resid\u00eancia em 16 especialidades. O trabalho, iniciado na d\u00e9cada de 1970, se consolidou a partir dos anos 90, sendo que em 2013 o Hospital Santo Ant\u00f4nio foi recertificado pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o\/Minist\u00e9rio da Sa\u00fade como Hospital de Ensino\u00a0para atuar no campo da pr\u00e1tica de atividades curriculares na \u00e1rea da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>Os Programas de Resid\u00eancia das Obras Sociais Irm\u00e3 Dulce s\u00e3o credenciados pela Comiss\u00e3o Nacional de Resid\u00eancia M\u00e9dica e conferem aos m\u00e9dicos residentes o t\u00edtulo de especialista.<\/p>\n<p>O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) reverencia a Santa Dulce dos Pobres, religiosa que marcou a vida de milhares de pessoas pela sua aten\u00e7\u00e3o, cuidados e milagres, bem como ajuda at\u00e9 hoje a sa\u00fade dos baianos pelo legado das suas obras e, o mais importante, pelo exemplo de dedica\u00e7\u00e3o e caridade ao ser humano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":25799,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_expiration-date-status":"saved","_expiration-date":0,"_expiration-date-type":"","_expiration-date-categories":[],"_expiration-date-options":[]},"categories":[1,28],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25795"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25795"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25795\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25800,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25795\/revisions\/25800"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25799"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}