{"id":24729,"date":"2019-08-07T12:47:53","date_gmt":"2019-08-07T12:47:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cremeb.org.br\/?p=24729"},"modified":"2019-08-08T17:24:52","modified_gmt":"2019-08-08T17:24:52","slug":"medicos-transgeneros-e-travestis-poderao-usar-nome-social-em-plataformas-dos-conselhos-regionais-de-medicina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/noticias\/medicos-transgeneros-e-travestis-poderao-usar-nome-social-em-plataformas-dos-conselhos-regionais-de-medicina\/","title":{"rendered":"M\u00e9dicos transg\u00eaneros e travestis poder\u00e3o usar nome social em plataformas dos Conselhos Regionais de Medicina"},"content":{"rendered":"<p>Os m\u00e9dicos transg\u00eaneros e travestis poder\u00e3o ter seus nomes sociais (como querem ser chamados) inclu\u00eddos no cadastro dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), o qual ficam dispon\u00edveis para consulta p\u00fablica. O entendimento \u00e9 do Conselho Federal de Medicina (CFM), que analisou o tema a pedido de alguns profissionais e encaminhou orienta\u00e7\u00e3o aos regionais na terca-feira (6).<\/p>\n<p>O nome social passar\u00e1 a constar nas p\u00e1ginas dos Conselhos juntamente com o nome civil, desde que os profissionais oficializem os pedidos. O entendimento, expresso em parecer da Coordenadoria Jur\u00eddica do CFM, torna poss\u00edvel que m\u00e9dicos transg\u00eaneros e travestis possam ser identificados por colegas de trabalho e pacientes pelo nome com o qual querem ser conhecidos.<\/p>\n<p>Contudo, alerta o CFM, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel realizar a altera\u00e7\u00e3o do nome tamb\u00e9m na carteira de identifica\u00e7\u00e3o profissional, concedida pelos Conselhos de Medicina. \u201cPara proceder essa altera\u00e7\u00e3o o m\u00e9dico, deve obter autoriza\u00e7\u00e3o judicial, o que possibilita a mudan\u00e7a de todos os seus documentos de forma definitiva\u201d, pontua o documento da assessoria do CFM.<\/p>\n<p>Hist\u00f3rico \u2013 Em 2016, o CFM j\u00e1 havia tratado desse tema em outra decis\u00e3o. Na \u00e9poca, a autarquia decidiu que m\u00e9dicos transg\u00eaneros poderiam usar o nome social em documentos administrativos internos e em seus locais de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No documento divulgado, o CFM esclarecia que a regra &#8211; que se aplicava fundamentalmente \u00e0 administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica &#8211; permitia o uso do nome social dos profissionais, ap\u00f3s solicita\u00e7\u00e3o, em crach\u00e1s, memorandos, of\u00edcios, identifica\u00e7\u00e3o nas folhas de ponto, contracheques dos servidores, etc., bem como os cadastros internos dos m\u00e9dicos inscritos.<\/p>\n<p>Os dois entendimentos do CFM t\u00eam base no Decreto n\u00ba 8.727\/2016, que estabelece que os profissionais podem requerer junto aos seus empregadores a altera\u00e7\u00e3o de documentos internos, privilegiando o seu nome social em lugar do seu nome civil. A norma, que foi editada pela Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, em abril de 2016, \u201cdisp\u00f5e dobre o uso do nome social e reconhecimento da identidade de g\u00eanero de pessoas travestis e transexuais no \u00e2mbito da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal direta, aut\u00e1rquica e fundacional\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: CFM | Portal M\u00e9dico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os m\u00e9dicos transg\u00eaneros e travestis poder\u00e3o ter seus nomes sociais (como querem ser chamados) inclu\u00eddos no cadastro dos Conselhos Regionais [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":24764,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_expiration-date-status":"saved","_expiration-date":0,"_expiration-date-type":"","_expiration-date-categories":[],"_expiration-date-options":[]},"categories":[1,28],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24729"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24729"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24729\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24754,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24729\/revisions\/24754"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24764"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24729"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24729"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24729"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}