{"id":21488,"date":"2018-11-26T13:47:14","date_gmt":"2018-11-26T13:47:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cremeb.org.br\/?p=21488"},"modified":"2018-11-26T13:47:14","modified_gmt":"2018-11-26T13:47:14","slug":"mais-medicos-presenca-de-intercambistas-cubanos-e-maior-em-municipios-mais-desenvolvidos-e-do-litoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/noticias\/mais-medicos-presenca-de-intercambistas-cubanos-e-maior-em-municipios-mais-desenvolvidos-e-do-litoral\/","title":{"rendered":"Mais m\u00e9dicos: Presen\u00e7a de intercambistas cubanos \u00e9 maior em munic\u00edpios mais desenvolvidos e do litoral"},"content":{"rendered":"<p>A l\u00f3gica de distribui\u00e7\u00e3o do Programa Mais M\u00e9dicos (PMM) alocou a maioria dos intercambistas em faixas litor\u00e2neas e pr\u00f3ximas aos centros mais desenvolvidos do Brasil. N\u00e3o interferindo, portanto, na melhoria de acesso \u00e0 sa\u00fade em localidades conhecidas pela exist\u00eancia de vazios assistenciais. Segundo informa\u00e7\u00f5es oficiais analisadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), at\u00e9 o an\u00fancio de rescis\u00e3o do acordo, os cooperados cubanos representavam cerca de 52% da for\u00e7a de trabalho do PMM e estavam distribu\u00eddos em 2.533 munic\u00edpios.<\/p>\n<div class=\"fotoLeg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/portal.cfm.org.br\/images\/stories\/Noticias2018\/tabela_distribuicao_mais_medicos.jpg\" alt=\"Fonte: OPAS\/OMS Brasil. Atualiza\u00e7\u00e3o em 19\/11\/2018\" width=\"397\" height=\"670\" \/><\/p>\n<div class=\"legenda\">Fonte: OPAS\/OMS Brasil. Atualiza\u00e7\u00e3o em 19\/11\/2018<\/div>\n<\/div>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis no Sistema Integrado de Informa\u00e7\u00e3o Mais M\u00e9dicos (SIMM) mostram que 45% dos cooperados cubanos est\u00e3o em munic\u00edpios do Sul e Sudeste, que, por sua vez, j\u00e1 concentram cerca de 70% dos m\u00e9dicos brasileiros ativos. No Sul, est\u00e3o 15,9% dos cooperados; no Sudeste, h\u00e1 28,9%. Os estados que concentram o maior n\u00famero de cubanos s\u00e3o: S\u00e3o Paulo (16,6%), Bahia (9,8%), Rio Grande do Sul (7,4%), Minas Gerais (7,1%) e Par\u00e1 (6,3%).<\/p>\n<p>A propor\u00e7\u00e3o dos 8.233 cooperados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o ativa dos m\u00e9dicos por Estado representa 1,8% desse universo. Eles s\u00e3o menos de 2% da popula\u00e7\u00e3o ativa de m\u00e9dicos de oito estados: Distrito Federal, Goi\u00e1s, Minas Gerais, Para\u00edba, Paran\u00e1, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>Capitais e grandes centros<\/strong>\u00a0\u2013 Do total de intercambistas cubanos, 13,9% est\u00e3o baseados em munic\u00edpios com popula\u00e7\u00e3o entre 5 mil e 10 mil habitantes; 43,4% ficam em localidade de 10 mil a 50 mil habitantes; 32,5% atuam em munic\u00edpios de 50 mil a 500 mil habitantes; e 24% em munic\u00edpios a partir de 500 mil habitantes. Ao se avaliar a l\u00f3gica da distribui\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o dos \u00edndices de desenvolvimento humano, percebe-se que o grupo tamb\u00e9m est\u00e1, em sua maioria (69%), nas cidades com IDHM m\u00e9dio, alto ou muito alto.<\/p>\n<p>Em outros 10 estados (Alagoas, Bahia, Cear\u00e1, Esp\u00edrito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins), essa propor\u00e7\u00e3o fica entre 2,1% e 4% da popula\u00e7\u00e3o ativa de m\u00e9dicos brasileiros com CRM. Ao avaliar o porte populacional dos munic\u00edpios que abrigam 8.233 intercambistas cubanos, percebe-se que a presen\u00e7a deles \u00e9 proporcionalmente mais significativa nos munic\u00edpios maiores. CONFIRA NA TABELA ACIMA.<\/p>\n<p>Dos 20 munic\u00edpios com maior n\u00famero desses profissionais, 15 ficam no estado de S\u00e3o Paulo. Apenas a capital paulista, Campinas, Limeira e Jacare\u00ed, por exemplo, concentravam quase 200 cubanos. Apenas uma cidade fica no Nordeste (Cear\u00e1) e um no Norte (Amazonas). Dentre esses munic\u00edpios, que t\u00eam maior quantidade de cooperados, dois s\u00e3o capitais (S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro), com popula\u00e7\u00f5es superiores a 6 milh\u00f5es de pessoas. O maior grupo individual de intercambistas est\u00e1 na cidade de S\u00e3o Paulo (SP). O munic\u00edpio do Rio de Janeiro fica em quarto lugar nesse ranking, com 39 profissionais.<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise desse grupo, constata-se que dois dos 20 munic\u00edpios t\u00eam mais de 1 milh\u00e3o de habitantes. Tr\u00eas apresentam popula\u00e7\u00f5es entre 500 mil e 999 mil moradores. Seis cidades possuem entre 300 mil e 499 mil habitantes. Sete contam com popula\u00e7\u00e3o entre 100 mil e 299 mil pessoas e apenas duas cidades t\u00eam menos de 99 mil habitantes. As dist\u00e2ncias de 17 munic\u00edpios das capitais de seus estados oscilam de 14 km a 168 km.<\/p>\n<p>CONFIRA\u00a0<a href=\"https:\/\/portal.cfm.org.br\/images\/PDF\/2018_pesquisa_maismedicos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">AQUI<\/a>\u00a0A \u00cdNTEGRA DAS CONSIDERA\u00c7\u00d5ES DO CFM SOBRE O PMM<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: CFM | Portal M\u00e9dico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A l\u00f3gica de distribui\u00e7\u00e3o do Programa Mais M\u00e9dicos (PMM) alocou a maioria dos intercambistas em faixas litor\u00e2neas e pr\u00f3ximas aos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_expiration-date-status":"saved","_expiration-date":0,"_expiration-date-type":"","_expiration-date-categories":[],"_expiration-date-options":[]},"categories":[1],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21488"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21488"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21488\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21489,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21488\/revisions\/21489"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21488"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21488"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21488"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}