{"id":18379,"date":"2018-04-24T11:13:51","date_gmt":"2018-04-24T11:13:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cremeb.org.br\/?p=18379"},"modified":"2018-04-25T13:14:31","modified_gmt":"2018-04-25T13:14:31","slug":"contra-fake-news-pediatras-lancam-campanha-digital-para-levar-informacoes-seguras-aos-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cremeb.org.br\/index.php\/noticias\/contra-fake-news-pediatras-lancam-campanha-digital-para-levar-informacoes-seguras-aos-pais\/","title":{"rendered":"Contra fake news, pediatras lan\u00e7am campanha digital para levar informa\u00e7\u00f5es seguras aos pais"},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o tem m\u00e3e e pai que escapem dos palpites. Pode ser a vizinha, o amigo, ou at\u00e9 mesmo um desconhecido: parece que todo mundo tem um conselho \u201cinfal\u00edvel\u201d sobre a sa\u00fade e a rotina das crian\u00e7as. Mas, para um tema t\u00e3o importante, opini\u00f5es n\u00e3o bastam: \u00e9 preciso encontrar informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis, que ajudem a esclarecer as principais d\u00favidas sobre os cuidados com os filhos. Por isso, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) acaba de lan\u00e7ar a campanha #MAISQUEUMPALPITE.<\/p>\n<p>Em tempos de\u00a0<em>fake news<\/em>\u00a0e de mitos espalhados pela web, o objetivo da campanha \u00e9 proteger as fam\u00edlias brasileiras com informa\u00e7\u00f5es seguras sobre sa\u00fade infantil, com foco no desenvolvimento adequado das crian\u00e7as. Esse conceito de prote\u00e7\u00e3o passa por v\u00e1rios aspectos da inf\u00e2ncia, como alimenta\u00e7\u00e3o, lazer, sono, dia a dia, amamenta\u00e7\u00e3o e a preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as por meio das vacinas.<\/p>\n<p>\u201cO que os pais mais desejam, sempre, \u00e9 acertar nas decis\u00f5es sobre os cuidados com seus filhos. Mas, para isso, \u00e9 preciso empoderar as fam\u00edlias com informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis. E n\u00e3o h\u00e1 fonte mais segura do que o pr\u00f3prio pediatra, com base nas evid\u00eancias cient\u00edficas que ele conhece e na pr\u00e1tica cl\u00ednica do dia a dia. Em tempos de\u00a0<em>fake news<\/em>, levar informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis adiante \u00e9 o nosso prop\u00f3sito\u201d, afirma a pediatra Luciana Rodrigues Silva, presidente da SBP.<\/p>\n<p>Para transmitir suas mensagens com leveza e sem abrir m\u00e3o do conte\u00fado, a campanha #MAISQUEUMPALPITE marca presen\u00e7a em alguns dos principais canais de comunica\u00e7\u00e3o com os jovens pais, como Instagram e Facebook. Por meio deles, com v\u00eddeos curtos e posts, o internauta poder\u00e1 conhecer o boneco Palpitinho, mascote da iniciativa. Criado especialmente para a campanha, o personagem representa todos os palpiteiros que habitam o dia a dia dos pais, colecionando coment\u00e1rios impr\u00f3prios sobre os diferentes assuntos ligados ao desenvolvimento infantil.<\/p>\n<p>Os v\u00eddeos gravados com os influenciadores ser\u00e3o veiculados nas redes sociais de cada um dos participantes e estar\u00e3o dispon\u00edveis no site da iniciativa (<a href=\"http:\/\/www2.isend.com.br\/iSend\/external\/E79C3FA556342FF51DDDE624D844AA9CB7BF0405F8C1350DB5C977A36ED8AAAFE70B95AD51F901F048C7435322D2A7CB0CE51445D27EA386A67CA619A20AFBE11E7A43CDF17825473BF75D662394962E\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=http:\/\/www2.isend.com.br\/iSend\/external\/E79C3FA556342FF51DDDE624D844AA9CB7BF0405F8C1350DB5C977A36ED8AAAFE70B95AD51F901F048C7435322D2A7CB0CE51445D27EA386A67CA619A20AFBE11E7A43CDF17825473BF75D662394962E&amp;source=gmail&amp;ust=1524678333210000&amp;usg=AFQjCNGIRNmAMf7OHZ2MLze1QcouuwhKPA\"><em>www.maisqueumpalpite.com.br<\/em><\/a>). Ali, o internauta tamb\u00e9m poder\u00e1 conferir informa\u00e7\u00f5es mais aprofundadas sobre as tem\u00e1ticas abordadas pela campanha, com foco nas v\u00e1rias formas de prote\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento infantil: seja por meio das vacinas e dos outros fatores que fortalecem a imunidade, ou a partir de medidas adequadas para garantir a seguran\u00e7a das crian\u00e7as no dia a dia, tanto em casa e nas atividades de lazer como no transporte e em outras situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cQuando falamos em proteger a sa\u00fade infantil, \u00e9 imposs\u00edvel n\u00e3o pensar na import\u00e2ncia da vacina\u00e7\u00e3o. Trata-se de uma medida que, neste momento, merece ainda mais aten\u00e7\u00e3o, considerando que o Pa\u00eds assiste a um aumento no n\u00famero de casos de doen\u00e7as infectocontagiosas pass\u00edveis de preven\u00e7\u00e3o, como o sarampo, um problema que caminha de forma paralela \u00e0s quedas nas taxas de vacina\u00e7\u00e3o no Brasil e ao fortalecimento dos movimentos antivacina\u00e7\u00e3o\u201d, diz o diretor m\u00e9dico da Pfizer, Eurico Correia.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Mitos e desinforma\u00e7\u00e3o permeiam cuidados com a sa\u00fade infantil nas fam\u00edlias brasileiras<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><em>Pesquisa do IBOPE aponta cren\u00e7as equivocadas sobre a preven\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as infecciosas mais comuns nos beb\u00eas<\/em><\/p>\n<p>Quando o assunto \u00e9 sa\u00fade infantil e prote\u00e7\u00e3o contra as doen\u00e7as infecciosas mais frequentes na inf\u00e2ncia, falta informa\u00e7\u00e3o e sobram percep\u00e7\u00f5es equivocadas entre os pais dos beb\u00eas brasileiros. Essa \u00e9 a conclus\u00e3o principal da pesquisa<strong>Doen\u00e7as infectocontagiosas nos 2 primeiros anos de vida: mitos e temores das fam\u00edlias brasileiras<\/strong>, um novo levantamento realizado pelo IBOPE Conecta, a pedido da Pfizer, a partir de 1.000 entrevistas on-line com m\u00e3es e pais de todas as regi\u00f5es do Pa\u00eds. E, justamente como resposta a esse cen\u00e1rio de desinforma\u00e7\u00e3o, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) acaba de lan\u00e7ar, com apoio da Pfizer, a campanha #MAISQUEUMPALPITE.<\/p>\n<p>Os dados da pesquisa, que ouviu pais das classes A, B e C, apontam que os mitos s\u00e3o populares em todos os estratos sociais.\u00a0 Chuva, vento e sereno s\u00e3o os elementos mais lembrados, por exemplo, quando os entrevistadores perguntam aos pais sobre os fatores que mais exp\u00f5em as crian\u00e7as pequenas \u00e0s doen\u00e7as infectocontagiosas. Essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 apontada, equivocadamente, por 63% da amostra.\u00a0 E a porcentagem sobe para 70% entre os entrevistados da classe A, chegando a 67% na classe C. Por outro lado, os fatores que de fato mais favorecem a transmiss\u00e3o dessas doen\u00e7as, como a perman\u00eancia em locais fechados e o conv\u00edvio com irm\u00e3os mais velhos, s\u00e3o menos citados.<\/p>\n<p>Se os fatores de risco para as doen\u00e7as infectocontagiosas confundem os pais, na hora de adotar medidas preventivas contra essas enfermidades as d\u00favidas aumentam ainda mais. Embora 94% deles classifiquem a vacina\u00e7\u00e3o como uma forma de prote\u00e7\u00e3o muito importante, persistem mitos sobre as doses de refor\u00e7o, a seguran\u00e7a das vacinas e a pr\u00f3pria necessidade da imuniza\u00e7\u00e3o. Pelo menos 30% dos pais est\u00e3o convencidos, por exemplo, de que higiene e cuidados pessoais seriam o suficiente para prevenir essas doen\u00e7as, o que n\u00e3o \u00e9 verdade.<\/p>\n<p>O conhecido mito de que as vacinas costumam causar a doen\u00e7a que deveriam prevenir tamb\u00e9m aparece no levantamento. Pelo menos 1 a cada 5 pais entrevistados acredita que essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 verdadeira, propor\u00e7\u00e3o que sobe para mais de 1 a cada tr\u00eas quando se analisa apenas a classe A. Al\u00e9m disso, a porcentagem daqueles que dizem n\u00e3o saber se essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 ou n\u00e3o verdadeira tamb\u00e9m se mostra alta, chegando a 26% na m\u00e9dia do total de entrevistados, como demonstra o quadro abaixo:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><img decoding=\"async\" id=\"m_-7852221066220213686image587972\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/proxy\/Hqn0l1WWN-vd0kN9O9NSaiYGimROONR-eMlpuoWPMkv7IU2sw3_H-WTcrFBeA0A7HQ6434m7qn1z8A41mUvbkpjsASv4bxGhFX_lXtEWJSjtWlPx6zXqJYtCenXsuQo3l60yletUYk0=s0-d-e1-ft#http:\/\/cache.isend.com.br\/gallery\/1E798524EFE5FE729D8FCCC5CDE2B7E5AB15228A470BB6B5\" alt=\"palpite1\" name=\"m_-7852221066220213686_png\" border=\"0\" \/><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O comportamento de subestimar a poss\u00edvel gravidade de doen\u00e7as infecciosas comuns na inf\u00e2ncia \u00e9 outro ponto que chama a aten\u00e7\u00e3o entre os resultados da pesquisa. No recorte por estrato social, 21% dos pais da classe A dizem concordar, totalmente ou parcialmente, com a ideia de que essas enfermidades seriam inofensivas, de modo que as crian\u00e7as poderiam super\u00e1-las facilmente. Quando se considera o total da amostra, por\u00e9m, a porcentagem relacionada a essa falsa percep\u00e7\u00e3o cai para 15%.<\/p>\n<p><strong>Seguran\u00e7a \u2013<\/strong>Ainda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 imuniza\u00e7\u00e3o, as incertezas dos pais a respeito da seguran\u00e7a das vacinas tamb\u00e9m se destacam. Mais de 20% dos entrevistados demonstram ter d\u00favidas sobre o assunto, de modo que 10% deles discordam, totalmente ou parcialmente, da ideia de que as vacinas sejam de fato seguras. Al\u00e9m disso, 11% desses pais dizem que n\u00e3o conseguem opinar sobre a seguran\u00e7a desses produtos. Como contraponto, o grupo de entrevistados da classe A \u00e9 o \u00fanico em que a maioria dos participantes diz concordar totalmente com a afirma\u00e7\u00e3o de que as vacinas s\u00e3o realmente seguras.<\/p>\n<p>Presidente do Departamento de\u00a0Imuniza\u00e7\u00f5es\u00a0da SBP, o pediatra Renato Kfouri lembra que a perpetua\u00e7\u00e3o de muitos dos mitos sobre vacina\u00e7\u00e3o que aparecem na pesquisa podem fortalecer cen\u00e1rios preocupantes, como os movimentos antivacina\u00e7\u00e3o. \u201cHoje, com a for\u00e7a das redes sociais, qualquer boato se espalha rapidamente. E, no campo da imuniza\u00e7\u00e3o, esse fen\u00f4meno se destaca ainda mais. \u00c9 uma \u00e1rea que acaba sendo bastante impactada nesses tempos de fake news\u201d, diz o m\u00e9dico. Vale lembrar que, em 2017, a maioria das carteirinhas de vacina\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e adolescentes do Pa\u00eds estava desatualizada, o que levou o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade a promover uma campanha nacional de multivacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Diferen\u00e7as entre vacinas \u2013<\/strong>Entre as percep\u00e7\u00f5es equivocadas a respeito da imuniza\u00e7\u00e3o infantil, a falta de informa\u00e7\u00e3o sobre as diferen\u00e7as entre algumas das vacinas oferecidas pela rede p\u00fablica e as op\u00e7\u00f5es das cl\u00ednicas privadas tamb\u00e9m se destaca na pesquisa. A maioria dos entrevistados na classe A (75%) e da classe B (73%) acredita que as alternativas oferecidas por postos e cl\u00ednicas particulares s\u00e3o iguais ou n\u00e3o se sentem confort\u00e1veis para opinar sobre esse assunto.<\/p>\n<p>\u201cO Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es (PNI), considerado um dos melhores do mundo, oferece gratuitamente as vacinas priorit\u00e1rias em termos de sa\u00fade p\u00fablica. Elas evitam as doen\u00e7as que mais acometem a popula\u00e7\u00e3o, nas faixas et\u00e1rias com maior risco de adoecer e de apresentar complica\u00e7\u00f5es. J\u00e1 o foco dos calend\u00e1rios das sociedades m\u00e9dicas, que s\u00e3o seguidos pelos servi\u00e7os particulares, \u00e9 a prote\u00e7\u00e3o individual, de modo que est\u00e3o contempladas todas as vacinas que podem beneficiar aquele paciente. H\u00e1, portanto, calend\u00e1rios diferentes, mas as duas estrat\u00e9gias s\u00e3o importantes\u201d, afirma Kfouri.<\/p>\n<p>As diferen\u00e7as entre as vacinas das duas redes est\u00e3o relacionadas, sobretudo, \u00e0 cobertura que elas proporcionam.\u00a0 Esse \u00e9 o caso da imuniza\u00e7\u00e3o contra as doen\u00e7as pneumoc\u00f3cicas: enquanto a vacina preconizada pelos servi\u00e7os particulares de vacina\u00e7\u00e3o protege contra 13 sorotipos da bact\u00e9ria pneumococo, a do posto de sa\u00fade contempla 10 sorotipos. Essa varia\u00e7\u00e3o de cobertura tamb\u00e9m ocorre na vacina\u00e7\u00e3o contra a meningite bacteriana causada pelo meningococo. A rede p\u00fablica oferece o imunizante para o sorogrupo C, o mais comum no Pa\u00eds, mas nas cl\u00ednicas particulares \u00e9 poss\u00edvel vacinar a crian\u00e7a, de uma s\u00f3 vez, contra quatro sorogrupos de meningococo (ACWY). Tamb\u00e9m h\u00e1 uma vacina espec\u00edfica para o sorogrupo B.<\/p>\n<p>Apesar dessas diferen\u00e7as, a maioria dos participantes da pesquisa, ou 51% da amostra, est\u00e1 convencida de que os postos oferecem todos os imunizantes indicados para as crian\u00e7as pelas sociedades m\u00e9dicas. Essa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 menos acentuada entre os pais mais velhos, a partir dos 40 anos, e tamb\u00e9m menos evidente na classe A, na qual a porcentagem cai para 40%. J\u00e1 entre os pais da classe C, esse n\u00famero chega a 54%.<\/p>\n<p>O levantamento tamb\u00e9m evidencia que as fam\u00edlias t\u00eam d\u00favidas importantes sobre o esquema vacinal das crian\u00e7as. Por exemplo: 68% dos pais desconhecem a informa\u00e7\u00e3o de que o atraso na aplica\u00e7\u00e3o da segunda ou da terceira dose pode interferir no resultado da imuniza\u00e7\u00e3o \u2013 ou preferem n\u00e3o opinar sobre o assunto. Outros 40% desconhecem o impacto do adiantamento dessas mesmas doses sobre a efic\u00e1cia da imuniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cOs dados da pesquisa indicam que ainda existe um amplo trabalho de conscientiza\u00e7\u00e3o a ser feito com esses pais e m\u00e3es, j\u00e1 que v\u00e1rios mitos persistem nessas fam\u00edlias. Por isso, disseminar informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis \u00e9 imprescind\u00edvel\u201d, afirma o diretor m\u00e9dico da Pfizer, Eurico Correia.<\/p>\n<p><strong>Doen\u00e7as temidas \u2013<\/strong>Em meio a tantas d\u00favidas sobre a imuniza\u00e7\u00e3o dos filhos, em um ponto os entrevistados concordam: meningite \u00e9 a doen\u00e7a mais temida pelas fam\u00edlias brasileiras, tanto na m\u00e9dia geral dos participantes quanto em cada um dos subgrupos analisados pela pesquisa, considerando recortes por faixa et\u00e1ria, classe social e regi\u00f5es. Em segundo lugar aparece a pneumonia, mencionada por 59% da amostra, como ilustra o quadro abaixo. E essa porcentagem sobe para 68% quando se analisa apenas os pais da classe A.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><img decoding=\"async\" id=\"m_-7852221066220213686image587973\" src=\"https:\/\/ci6.googleusercontent.com\/proxy\/8GNQAmz75IndOtEhSrr9YaVS63EcNnAiryR65-Q3OwnU_jLKvq52iTRJiYYZhe-gHhOVfioVqd-YC7dhWnHN0qnwGQbjl1FFcxQ6WUHlKrxSLoqZsvI2xUEo65QYs6eKS04IAe5VuDo=s0-d-e1-ft#http:\/\/cache.isend.com.br\/gallery\/35386690C09FC60A9B0C5BEC3628F75904E9F2129C420CD5\" alt=\"palpite2\" name=\"m_-7852221066220213686_png\" border=\"0\" \/><\/div>\n<p>Ainda que os pais entrevistados demonstrem uma preocupa\u00e7\u00e3o forte em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pneumonia, o levantamento aponta uma contradi\u00e7\u00e3o nessa tem\u00e1tica: questionados sobre as doen\u00e7as que poderiam ser prevenidas por meio das vacinas, apenas 33% dos participantes citaram a pneumonia. Hepatite B e t\u00e9tano foram as enfermidades mais lembradas. Meningite tamb\u00e9m se destaca, em quinto lugar, mencionada por 80% desses pais.<\/p>\n<p>O temor dos pais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 meningite tem fundamento. A doen\u00e7a \u00e9 potencialmente grave, sobretudo os quadros bacterianos, e a crian\u00e7a infectada pode chegar ao \u00f3bito rapidamente ou apresentar sequelas graves.\u00a0 Apesar disso, a pesquisa aponta que as fam\u00edlias est\u00e3o pouco atentas a sintomas sugestivos de meningite, como a rigidez na nuca. Essa condi\u00e7\u00e3o \u00e9 mencionada por apenas 33% dos entrevistados quando questionados sobre sintomas que consideram mais assustadores nos filhos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><img decoding=\"async\" id=\"m_-7852221066220213686image587974\" src=\"https:\/\/ci5.googleusercontent.com\/proxy\/j04S7HGK9OgnXnhI0TUpk-tgjKT32zKLVVA9nubxWFjNnBUMTMA7lFK0ngY82gwGpMF97jM7Fd-nMf1RQ8a3Ua6NN-GzrtvvVtp2J0Vd_PEjpz7iYzxOE6ru6Diw36pvjjNq-KLiWd4=s0-d-e1-ft#http:\/\/cache.isend.com.br\/gallery\/B6CEBED9D893577EE335CFAF37F7FA6364CA303959298C02\" alt=\"palpite3\" name=\"m_-7852221066220213686_png\" border=\"0\" \/><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No recorte por subgrupos, a preocupa\u00e7\u00e3o com a rigidez na nuca se acentua na classe A e se enfraquece entre os pais mais jovens. H\u00e1, por\u00e9m, outros sintomas importantes que podem sugerir um quadro de meningite, como manchas vermelhas na pele e v\u00f4mitos em jato. Nesses casos, \u00e9 fundamental contatar um pediatra de confian\u00e7a o quanto antes. \u201cEste 24 de abril, quando celebramos o Dia Mundial de combate \u00e0 Meningite, \u00e9 uma oportunidade importante de conscientizar a popula\u00e7\u00e3o sobre essa doen\u00e7a t\u00e3o impactante, mas que pode ser prevenida\u201d, complementa Correia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: SBP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o tem m\u00e3e e pai que escapem dos palpites. 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